Os caminhos por onde eu andava eram rústicos e extensamente alongados, e até um tanto desertos, mas atravessavam campos que enfeitavam a visão que eu tinha, porque a paisagem exposta à observação era bucólica e repleta de belezas que a natureza traçava. Quando o inverno chegava eu via poças d’água que formavam espelhos cujos reflexos empurravam o céu de chão abaixo, permitindo-me visualizar o cenário celeste de um ângulo que por ser invertido possibilitava uma contemplação mais confortável, porque a transposição visual me tornava altivo contemplador do espaço que me circundava e comprimia, fixando-me ao solo que me agarrava e fazia de mim o observador que ficava menos subalterno quando focava o céu de cima para baixo, através dos espelhos desenhados pela água empoçada, ao longo dos trajetos por onde eu circulava.
As poças compostas pela água que caía da chuva e não escoava também eram agradavelmente indiscretas, pois captavam lances íntimos de partes pudendas das mocinhas e mulheres que passavam em derredor, refletindo-as de uma forma que era nítida e disfarçadamente observada pela molecada, à espreita em posição estratégica e muitas vezes oculta, no alto de barreiras fronteiriças e cheias de moitas, locais apropriados para o esconderijo que era malicioso e estimulava a concupiscência que os hormônios atiçavam e deixavam fora de controle. Guris e rapaziada do sítio rondavam poças formadoras de espelho porque além de ver o céu emborcado presenciavam cenas que realmente empolgavam, no tempo em que a exposição do corpo feminino limitava-se ao término de extremidades economicamente restritas.
Tal qual feijão preto que cria rabo, girinos de cor retinta formavam cardumes que a gente apanhava com a mão e jogava fora da poça para vê-los rebolar no chão seco. Eram sapos que em forma de larva continham caldas que caíam para deixá-los anuros. As poças que a chuva deixava interrompiam o caminho que a gente pisava, formando desvios que as contornavam e eram cheios de aceiros, onde os passarinhos pousavam e saciavam sede, muitas vezes oferecendo-se como alvo que um menino certeiro mirava, com baleeira municiada com pedra que ele atirava e o bichinho matava, num golpe paralisante do ser que tinha penas e antes voava, mas sucumbia com o impacto do seixo mortífero em forma de bala.
Por Floriano Camelo.
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Eae Ademar Queria parabenizar o programa E se você podesse dá um alô para a cidade de Tenente Ananias-Rn no dia:16/07/2010 Bodas de Ouro de Raimundo Bernardino e Maria Horácio meus sogros.
EI TORCEDOR LEGAL, ESSE POTAL DE MENSAGENNS É COISA SÉRIA, AI VEM VC VEM DIZENDO ESSA COISA DE .... FLAMENGO COM BANGÚ( PRESIDIO) É FLAMENGÚ. BÃÃÃÃÃÃ DEIXA DE VC SER BESTA BOBÃO. KKKKKKKKKK
Tayrone ainda está meio perdido a frente da coordenação da campanha de Ricardo Cotinho, exemplo disso foi o timido lançamento da chapa na cidade de Sousa. Muitos politicos de peso se fisseram presentes. Ao Contrário das outras cidades, Sousa ficou devendo um movimento a altura, nem mesmo a massa de cargos de confiança, secretarios e diretores se fizeram presentes na sua maioria. Abra o olho Fábio.
Jonas vc parece inteligente,mas perdeu uma boa oportunidade de ficar calodo,é desse jeito que os GADELHAS faz a cidade Sorrir: Portanto, quem faz SOUSA chorar são eles pq quem é Deputado Federal é Marcondes. quem é dep.estadual é Leonardo,Sec de infr.Est. é Renato Gadelha, o vale dos dinossauros está a cargo do estado e quem tá no est. são lhagalha. Imagine se essa turma fisesse Sousa CH...